Novas regras lançadas nos Estados Unidos devem reduzir testes em animais

Pautando-se em mudanças que tiveram seu início em 2016, em março de 2018 a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, EPA, deu mais um passo a frente. Ela lançou o esboço de uma estratégia para reduzir ou substituir a exploração de animais vertebrados em testes de laboratório.
Há dois anos, o Escritório de Programas de Pesticidas se comprometeu a reduzir o número de animais usados ​​em testes orais, dérmicos e por inalação letais de toxicidade, juntamente com irritação da pele, irritação nos olhos e testes de sensibilização da pele. Até pouco tempo, entretanto, a EPA ainda requeria testes em animais nas solicitações de registro de pesticidas.
No último mês, ela resolveu se esforçar mais: criou esboços de tecnologias capazes de substituir os animais nos testes de toxicidade. Eles estão em busca de alternativas para “modernizar” os seis testes existentes que são comumente usados nas solicitações de pesticidas.
O intuito é que, para os testes químicos, se a sua companhia manufatura, processa, importa ou registra os químicos para uso como pesticidas ou anti-microbióticos, você tenha uma gama bem extensa de alternativas para completar os testes e satisfazer as regulamentações dos requerimentos sem precisar ferir nenhum animal.
E eles estão procurando pessoas que estejam dispostas a ajudá-los nisso. O Escritório de Programas de Pesticidas está aceitando submissões de novas metodologias de abordagem para o registro das solicitações.
No passado, Scott Pruitt, administrador da EPA, já havia confirmado o desejo de aumentar a confiança em métodos de ponta em oposição aos antiquados testes em animais. E ele também apontou um interesse de sua administração em trabalhar com grupos de defesa dos animais para procurar essas alternativas – especificamente com a Humane Society dos EUA.
O lançamento dos novos esboços de plano da EPA, com certeza servem como uma comprovação de que a agência seguirá nesse sentido e cumprirá o que se comprometeu a fazer.

Fonte: Anda